
Aqui, jaz. Um antigo escritor que agora encontrou um poético jazz…
Aqui, Vaz. O responsável por ensinar ao antigo morto-aprendiz, no inferno vida-diária, em palavras à paz. Frases do mestre que são asas, causadoras dessa ressurreição ao aluno, até levantar os pés.
Vaz faz vazar um amor entupido, ele escorre realidade sagaz.
Vaso de flores que nasce sonhos, com Sarau sarando nossas ignorâncias, regando ensinamento audaz.
Vaz, só pelo olhar, é capaz: de te pôr em um ideal futuro, se tornando presente ao saber olhar para trás. Você fica passado com a sabedoria única ele traz.
Normal, o amor é eficaz! Não sei se é louco como Burroughs e Kerouac, mas o Vaz é demais!! O beat-apalavrado dele é inesquecível, até dançar em pensamento faz.
Marrapaz, não é que é possível se apaixonar pela arte de alguém que você nunca viu? É que o professor sobe e desce morro sendo perspicaz. Pela periferia é alma tenaz. Com coesão por uma coalização do povo preto e de quebrada e que seja em tempo fugaz. Ôoo parte linda e sofrida de brasileiros que merecem mais, sem más. Nos mostra poeticamente que “Subindo a Ladeira Mora a Noite”, e você pode estar “A Margem do Vento”, mas é bom ter “Pensamentos Vadios”. Ainda mais se entender “A Poesia dos Deuses Inferiores”. Da falta de conhecimento, por ofício compartilhar o bem, ele é capataz.
O homem de mente iluminada nasceu em 26/06, Dia de Combate às Drogas, e ele realmente trafica “a Poesia contra a violência”, entorpecente viciante escancarado até em cartaz. Tem uma boca, mas não de fumo, que grita através de versos, tudo com fumaça babilônica para abrir teus olhos ao fascismo que fingem estar guardado em um arcaz. O bagulho é muito louco, no quintal dele acharam sementes suspeitas com cheiro de pão de queijo, sem falatório ou Ladainha, e na embalagem “artista com legado de Minas Gerais”. Ele te sequestra com um discurso vira-lata para te levar ao desejado quilombo, barraco simples que alimenta com poesia para as pessoas entenderem que são todas iguais. Procurado há 56 anos, contrariando as estatísticas, por convencer que todos os seres humanos podem ser especiais.
Descobri que esse poeta tem uma boate de fudências sexuais, fachada “La Noche de Vaz”. Ele mostra com a escrita, orgiais intelectuais pela Cooperifa, que você deve foder o racismo, de punho serrado ereto até gozar o gemido de liberdade “genocídio na favela jamais”. Te explica, harmonicamente, que a sedução está no discernimento que o favelado deve entender a diferença entre “foda-se” de poesia e que “se foda” quem me trata através do fascismo como sardinha em um cabaz.
O nome Sérgio significa também “guardião” e pela literatura ele isso faz, confundindo os falsos profetas que da cultura desfaz. Guarda-Velha sempre com algo novo pra sermos vivaz, tudo com apraz. Agora ou a prazo para ficar mais costumaz. Feliz Aniversário, racional amante do povo com fortes batidas de rap e padrinho com palavras. Você no nosso dicionário criou um verbo pela periferia: o Amaz! Vaz, reconheça seu propósito que muda vidas, sua arte é a casa verdadeira como a natur
eza é para os animais…
Instituto Fundão
Texto: Dom Diego
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